Utilização de penas de garça-grande (Ardea alba), corocora (Eudocimus ruber) e ibis de face vermelha (Phimosus infuscatus) como biomarcadores de metais tóxicos no rio Ocoa, Villavicencio

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22579/20112629.751

Palavras-chave:

bioindicador, poluição, ecotoxicologia, metal tóxico, saúde ambiental

Resumo

Os ecossistemas aquáticos são susceptíveis à poluição, sendo os metais tóxicos os principais contribuintes para os impactos deletérios sobre os organismos. A maioria deles bioacumula na cadeia alimentar e quantificar a sua concentração nos tecidos das aves aquáticas pode determinar o seu
impacto ambiental. Portanto, o objectivo deste estudo é determinar a concentração de mercúrio, chumbo, arsénio ou cádmio nas penas da grande garça (Ardea alba), da corocora (Eudocimus ruber) e do ibis de face vermelha (Phimosus infuscatus), espécies que vivem perto do rio Ocoa em Villavicencio-Meta, Colômbia. Para este efeito, será realizado um levantamento preliminar para identificar os locais chave de nidificação da corocora (Eudocimus ruber), da íbis de face vermelha (Phimosus infuscatus) e da grande garça (Ardea alba). Posteriormente, serão seleccionados seis locais diferentes de recolha de penas, onde as penas de cada espécie serão recolhidas e classificadas (n = 3 por ponto) e armazenadas em sacos herméticos a serem levados para o laboratório, onde serão preparadas para envio para um laboratório de referência, onde os metais tóxicos serão determinados por espectrometria de absorção atómica (AA). Os resultados serão analisados pelo teste ANOVA e Tukey (p<0,05). No final deste estudo esperamos determinar a concentração de pelo menos um metal tóxico nas penas da Corocora, da Grande.

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Referências

Publicado

2021-12-16

Como Citar

Utilização de penas de garça-grande (Ardea alba), corocora (Eudocimus ruber) e ibis de face vermelha (Phimosus infuscatus) como biomarcadores de metais tóxicos no rio Ocoa, Villavicencio. (2021). Orinoquia, 25(2), 59-61. https://doi.org/10.22579/20112629.751

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